RESIDÊNCIA EM  CIRURGIA E  TRAUMATOLOGIA

BUCO-MAXILO-FACIAL 

Reconhecida e Credenciada pelo CFO e MEC  

REALIZAÇÃO: Núcleo do Hospital Universitário – NHU/UFMS 

APOIO:  

PREAE : Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Assuntos Estudantis
PROPP: Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
COREME:
Comissão de Residência Médica

 

REITORIA
Reitora: Profª. Dra. Célia Maria da Silva Oliveira
Vice-Reitor: Prof°. Dr. João Ricardo Filgueiras Tognini  

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO, CULTURA E ASSUNTOS ESTUDANTIS – PREAE

Pró-Reitor: Milton Augusto Paqutto Mariani
Coordenador de Extensão: João Batista de Santana

 

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO – PROPP

Pró-Reitor: Profº. Dercir Pedro de Oliveira
Chefe da Coordenadoria de Pós-Graduação: Profª . Maria Rita Marques
Assistente de Gabinete: Jacqueline Maciel Corrêa
Secretário de Gabinete:
Jacqueline Maciel Corrêa

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE – CCBS

Diretor: Profª. Drª. Edna Scremin Dias  

NÚCLEO DE HOSPITAL UNIVERSITÁRIO - NHU

Diretor Geral: Profº. Dr. José Carlos Vieira Pontes
Diretor Clínico: Dr. Marcelino Chehoud Ibrahim
 

FACULDADE DE ODONTOLOGIA - FAODO

Diretora: Profª. Rosana Mara Giordano de Barros 

I – Edital do Concurso Público para Residência  CTBMF / NHU 2011  downloads pdf
II – Apresentação do Programa de Residência em CTBMF
III – Funcionamento do Programa de Residência em CTBMF
IV – Criação do Serviço e Implantação da Residência no NHU / UFMS
V – Infra-estrutura e recursos humanos do Programa de Residência em CTBMF
VI – Outras informações

Programa da prova escrita
Bibliografia recomendada
Lista de siglas e abreviaturas
Endereço e e-mail de contato

Lançamento oficial do Programa da  Residência na sede do CRO/MS (28/02/2005) - Fotos
Inauguração da sala de urgência/emergência no PS do NHU (03/08/2005) - Fotos

 

II – APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM CTBMF  NHU/UFMS

 

2. 1 – Da organização

Residência odontológica é uma forma de treinamento e aperfeiçoamento para cirurgiões-dentistas, de caráter eminentemente prático, mas que exige cursos teóricos formais realizados em unidades hospitalares, em regime de tempo integral, por prazo determinado e sob supervisão de profissional habilitado, assim definida  pelo CFO.

O Programa de Residência em CTBMF funciona sob a responsabilidade do Núcleo de Hospital Universitário, supervisionado pelas Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Estudantis (PREAE) e Pró-Reitoria de Pesquisa e
Pós-Graduação (PROPP).

O Programa está estruturado como um Curso de Especialização (Latu sensu), obedecendo, naquilo que lhe for aplicável, às normas específicas emanadas da Lei n° 11.129 de 2005, PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 1.077, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2009, que Dispõe sobre a Residência Multiprofissional em Saúde e a Residência em Área Profissional da Saúde, e institui o Programa Nacional de Bolsas para Residências Multiprofissionais e em Área Profissional da Saúde e a Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde do Conselho Federal de Odontologia, COREMUS e aos dispositivos internos da Instituição.

No âmbito da UFMS, o Programa encontra-se regido pelos Regimentos Internos da COREMUS e Serviço de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial do Núcleo de Hospital Universitário da UFMS, aprovado através da INSTRUÇÃO DE SERVIÇO Nº 124 DE 20 DE OUTUBRO DE 2009.

2. 2. Do corpo docente

O corpo docente é constituído por profissionais de elevada competência ética e profissional, habilitados ao exercício da docência, de acordo com as normas legais vigentes, com capacidade de planejar, coordenar, supervisionar as atividades, avaliar o rendimento dos alunos e do próprio Programa de Residência CTBMF do Hospital Universitário/UFMS.

2. 3 – Coordenador

 

Profº. Dr. José Carlos Garcia de Mendonça

·        Professor da disciplina de CTBMF da Faculdade de Odontologia – FAODO/UFMS.

·        Doutor em Ciências da Saúde (Cirurgia) – FAMED / UFMS.

·         Mestre em Ciências da Saúde (Cirurgia) – UnB.

·        Especialista em CTBMF – EAP/ABO/Hospital Santa Genoveva – Uberlândia/MG.

·        Especialista em Endodontia – FOA-UNESP - Araçatuba/SP.

·        Especialista em Gestão da Clínica nos Hospitais do SUS – MS/HSL/SP.

·        Chefe do Serviço de CTBMF do Hospital Universitário – NHU/UFMS.

·        Sócio Docente da Sociedade Brasileira de CTBMF (SOBRACIBU).

·        Sócio Docente da Associação Latino-Americana de CTBMF (ALACIBU).

·        Membro do Colégio Brasileiro de CTBMF.

·        Membro Titular do Colégio Brasileiro de Implantodontia.

·        Membro do corpo clínico do Hospital do Câncer de Campo Grande – MS.

 

2. 4 – Assistentes e docentes

 

1. Dr Antônio João da Silveira Terra

Titulação – Especialista em CTBMF pelo CFO. Especialista em Radiologia pela ACCD. Professor responsável pela disciplina de CTBMF – FAODO/UFMS. Ex-Diretor do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde – CCBS/UFMS (2000/2004)

 

2. Dr Júlio César Leite da Silva

Titulação – Doutorando em Odontologia - Unicamp. Mestre em Odontologia USP/SP. Especialista em Periodontia – Unicamp. Professor de CTBMF – FAODO/UFMS.

 

3. Dr Anísio Lima da Silva

Titulação Especialista em Radiologia e Estomatologia pelo CFO. Doutor em Ciências da Saúde – UnB. Professor responsável pela disciplina de Prótese Total e Removível – FAODO/UFMS. Ex-Presidente do CRO/MS.

 

4. Dra Jussara Peixoto Ennes

Titulação – Especialista/Mestre/Doutora em Odontologia FOB/USP. Professora de Anatomia da Cabeça e Pescoço - CCBS/UFMS. Chefe do Depto de Morfologia do CCBS/UFMS.

 

5. Dr Paulo Zárate Pereira

Titulação – Especialista/Mestre/Doutor USP/SP. Professor de Cariologia, Deontologia, Odontologia Legal e Saúde Coletiva – FAODO/UFMS.

 

6. Dra Rosana Mara Giordano de Barros

Titulação – Especialista Odontopediatria e Patologia Bucal. Mestre em Patologia Bucal – USP/SP. Doutora em Ciências da Saúde – UnB. Professora responsável pela disciplina de Patologia Bucal do FAODO/UFMS. Diretora da Fac. de Odontologia – FAODO/UFMS

 

2. 5 – Docentes convidados especiais e/ou colaboradores

1. Dr José Mariano Carvalho Costa

Titulação – Especialista em CTBMF CFO. Mestre em Ciências da Saúde UnB. Doutor em Ciências da Saúde – FAMED/UFMS. Professor de CTBMF UFU/MG. Coordenador do curso de especialização em CTBMF da EAP/ABO – Hospital Santa Genoveva – Uberlândia/MG. Chefe do Serviço de CTBMF –HSG - Udi/MG.

2. Dr Pedro Gregol da Silva

Titulação – Especialista em Radiologia e Endodontia. Mestre/Doutor em Diagnóstico Bucal FOB/USP. Professor responsável pela disciplina de Radiologia do FAODO/UFMS. Professor orientador dos cursos de Mestrado/Doutorado – Programa Multiinstitucional de Pós-Graduação em Ciências da Saúde - Rede Centro-Oeste – Convênio UnB/UFG/UFMS.

3. Dr Adalberto Abrão Siufi

Titulação – Médico oncologista. Especialista/Doutor pela EPM/Unifesp. Professor responsável pela disciplina de Oncologia da faculdade de medicina – FAMED/UFMS. Coordenador da residência médica em Oncologia do NHU/UFMS. Diretor Geral do Hospital do Câncer.

4. Dr Marcelo Rosseto

Titulação – Médico cirurgião plástico. Especialista/Mestre/Doutor EPM/Unifesp. Professor responsável pela disciplina de cirurgia plástica da faculdade de medicina – FAMED/UFMS.

5. Dr Luiz César Anzoategui

Titulação – Médico anestesiologista. Especialista em anestesiologia CFM. Professor responsável pela disciplina de anestesiologia Da faculdade de medicina - FAMED/UFMS. Coordenador da residência médica em anestesiologia da Santa Casa de Campo Grande-MS.

6. Dr Celso Massaschi Inouye

Titulação – Médico ortopedista. Especialista/Mestre/Doutor – EPM/Unifesp. Professor titular do Departamento de Clínica Cirúrgica – FAMED/UFMS. Professor orientador dos cursos Mestrado/Doutorado – Programa Multiinstitucional de Pós-Graduação em Ciências da Saúde  da  Rede Centro- Oeste – Convênio UnB/UFG/UFMS.

7. Dr Milton Nakao

Titulação – Médico otorrinolaringologista. Especialista/Mestre EPM/Unifesp. Professor responsável pela disciplina de otorrinolaringologia - FAMED/UFMS.

8. Dr Pedro Rippel Salgado

Titulação – Médico neurologista. Especialista em Neurologia Clínica CFM. Professor responsável pela disciplina de neurologia - FAMEDUFMS. Ex- Diretor Geral do Núcleo do Hospital Universitário – NHU/UFMS.

 

9. Dr Ricardo Dutra Aydos

Titulação – Médico cirurgião geral. Especialista/Mestre/Doutor EPM/Unifesp. Professor Depto. Clínica Cirúrgica. FAMED/UFMS. Coordenador Regional do Programa Multiinstitucional de Pós-Graduação em Ciências da Saúde – Rede Centro Oeste – Convênio UnB/UFG/UFMS.

10. Dr Jean Carlos Alves

Titulação – Médico clínico geral. Especialista em Clínica Médica CFM. Médico técnico administrativo do Núcleo do Hospital Universitário – NHU/UFMS.

11. Dr Paulo Roberto Silveira Pagliarelli

Titulação – Médico cirurgião plástico. Especialista em Cirurgia Plástica pela SBCP/CFM. Cirurgião Plástico do Hospital do Câncer de Campo Grande – MS.

12. Dr Eduardo Velasco de Barros

Titulação – Médico oftalmologista. Professor responsável pela disciplina de oftalmologia da FAMED/UFMS. Coordenador da residência médica em oftalmologia do Núcleo do Hospital Universitário – NHU/UFMS.

13. Dr Roberto Teruya

Titulação – Médico cirurgião geral. Especialista em Cirurgia Geral CFM. Mestrando em Técnica Operatória e Cirurgia Experimental – EPM/Unifesp. Chefe do Pronto-Socorro do Núcleo do Hospital Universitário – NHU/UFMS.

14. Dr Gerson Hiroshi Yoshinari

Titulação – Cirurgião Dentista. Especialista/Mestre/Doutor em Endodontia FOP/Unicamp. Professor responsável pela disciplina de Endodontia da FAODO/UFMS. Ex-coordenador do curso de especialização em Endodontia – FAODO/UFMS.

15. Dra Dalva Pereira Terra

Titulação – Cirurgiã Dentista. Especialista/Mestra Odontopediatria  USP/SP. Profª responsável pela disciplina de Odontopediatria da FAODO/UFMS. Especialista Dentística. Coordenadora do curso de especialização em Odontopediatria – ABCD/MS.

16. Dr Wilson de Barros Cantero

Titulação – Diretor clínico do NHU. Médico cirurgião gastroenterologista. Especialista/Mestre EPM/Unifesp. Doutorando em Ciências da Saúde – FAMED/UFMS. Profº da disciplina de Gastroenterologia do Departamento de Clínica Cirúrgica da FAMED/UFMS.

17. Dra Rosana Leite de Melo

Titulação – Médica. Especialista em Cirurgia de Cabeça e Pescoço CFM. Especialista em Cirurgia Oncologia INCA. Mestranda em Ciências da Saúde – FAMED/UFMS. Técnica administrativa do NHU/UFMS.

18. Dr Alcides Arruda

Titulação – Médico cirurgião plástico. Técnico administrativo do Núcleo de Hospital Universitário - NHU/UFMS.

19. Dr Rivaldo Venâncio da Cunha

Titulação – Médico infectologista. Especialista/Mestre/Doutor em Medicina Tropical Fiocruz/RJ. Prof° responsável pela disciplina de Doenças Infecciosas e Parasitárias, Deptºde Clínica Médica da FAMED/UFMS.

20. Enfermeira Cleudinéia Mello

Titulação – Enfermeira geral. Especialista em Oncologia. Chefe da enfermaria da Oncologia/NHU. Técnica administrativa do Núcleo do Hospital Universitário – NHU/UFMS.

21. Dr Wander Fernando de Oliveira Filiú

Titulação – Farmacêutico/Bioquímico. Especialista em Administração Hospitalar. Mestre em  Biologia Parasitária Fiocruz/RJ. Doutorando em Ciências da Saúde – FAMED/UFMS. Professor assistente do curso de farmácia da UFMS.

22. Dra Débora Marchetti Chaves Thomaz

Titulação – Médica Pediatra. Especialista/Mestre em Pediatria UFMS. Doutora em Ciências da Saúde – FAMED/UFMS. Professora de Pediatria na FAMED e coordenadora do programa de residência médica em Pediatria - NHU/UFMS.

 

III – FUNCIONAMENTO DO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA CTBMF


 3.1. Dos Objetivos

O Programa de Residência em CTBMF, caracteriza-se por treinamento em serviços, em período integral, tendo como objetivos:

a)  Proporcionar adestramento e aperfeiçoamento técnico-científico do profissional.

b) Proporcionar que o residente realize rodízio nas especialidades médicas de : clínica médica, ortopedia, radiologia, cirurgia geral, otorrino, cirurgia plástica, UTI, PS, anestesiologia e anatomia patológica, sempre com a supervisão de um docente do programa.

c)  Promover a integração com equipes multidisciplinares para prestação da assistência aos pacientes, visando sua saúde e preservação da vida.

d) Incentivar a produção científica e a participação de docentes e discentes em congressos e cursos.

e) Qualificar e preparar o cirurgião-dentista para o exercício e anúncio da especialidade

f) Formar cirurgiões-dentistas aptos a clinicar em qualquer área da especialidade, em ambiente ambulatorial e hospitalar.

g) Proporcionar atividades cirúrgicas ambulatoriais e hospitalares diversificadas, em cirurgia bucal, traumatologia, correção de deformidades dento-faciais, patologia e demais áreas da especialidade.

h) Estimular a capacidade de crítica da atividade profissional, considerando-a em seus aspectos éticos, científicos e legais.

i) Promover visitas diárias aos pacientes internados, com discussão dos casos, tendo a     participação de pelo menos 1 (um) docente.

 

3.2 - Metodologia

  • Duração de 03 (três) anos, com carga horária total  de 8.640 horas

·        Formação gradativa e cumulativa, atribuindo ao aluno atividades mais complexas, de acordo com o seu    desenvolvimento, tais como:

1º ano ou  R1

  • conduta profissional em ambiente hospitalar
  • instrumentação cirúrgica
  • cirurgias ambulatoriais
  • pré e pós-operatório
  • prescrição terapêutica
  • participação em reuniões clínicas
  • acompanhamento de plantões

2º ano ou R2

  • plantões hospitalares
  • cirurgias ambulatoriais
  • preparo de reuniões clínicas
  • participação nos planejamentos cirúrgicos
  • ato operatório a critério do orientador/preceptor

3º ano ou R3

  • plantões hospitalares
  • preparo e condução de reuniões clínicas
  • planejamento cirúrgico
  • ato operatório a critério do orientador/preceptor
  • supervisão do R1 e R2

R1, R2  e  R3

·        Atividades didáticas, aulas e seminários, contemplando o conteúdo programático de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial (CTBMF) e áreas afins.

·        Atividades cirúrgicas ambulatoriais e hospitalares diversificadas, em cirurgia bucal, traumatologia, correção de deformidades dento-faciais, patologia e demais áreas da especialidade.

·        Atividades em  plantões hospitalares semanais, mediante escala, inclusive nos fins de semana.

·        Visitas diárias aos pacientes internados, com discussão dos casos, com a participação de pelo menos 1 (um) docente.

·        Jornada diária máxima de 08 (oito) horas

·        01 (uma) folga semanal

·        Férias de 30 dias/ano

·        • 60 horas/semanais

* Obs:

Os residentes não serão remunerados, não pagarão mensalidades e nem manterão vínculo empregatício com a Instituição envolvida no programa, no entanto, poderão ser agraciados com ajuda financeira em forma de bolsas de estudo, concedidas pela PROPP/UFMS e pelo MS/MEC (PORTARIA CONJUNTA No 1 DO MS/MEC, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2010).

 3. 3 - Relação de disciplinas oferecidas

3.3.1. Área de concentração

  • ANATOMIA
  • ATENDIMENTO HOSPITALAR
  • CIRURGIA ORAL E MAXILO-FACIAL
  • PATOLOGIA

 

3.3.2 . Área conexa

  • ANESTESIOLOGIA  GERAL
  • EMERGÊNCIAS MÉDICAS
  • FISIOLOGIA
  • HISTOPATOLOGIA
  • TÉCNICA EM CIRURGIA

 

3.3.3. Obrigatórias

  • BIOÉTICA E POLÍTICA DA SAÚDE
  • ÉTICA E LEGISLAÇÃO ODONTOLÓGICA
  • METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO
 
4. Sistema de Avaliação

4.1. Avaliação anual

·        Relatório das atividades dos residentes, com conceitos individuais

·        Freqüência mínima de 95%

·        Provas escritas  trimestrais por ano de residência

4.2. Avaliação final

·        Obrigatória a apresentação de monografia no final dos três anos. A comissão de avaliação será  composta por 03 (três) membros docentes pertencentes ou não ao programa, sendo pelo menos 02 (dois) especialistas em CTBMF

·        Prova final dos três anos

  • Prova oral
  • Apresentação de caso clínico a critério do coordenador e/ou ministrantes
  • Nota mínima 7 (sete).

 

4.3. Avaliação e promoção

4.3.1 - Cada residente terá uma ficha, onde serão anotadas todas as avaliações, tanto prova escrita, como conceito e quaisquer outras observações importantes, a critério coordenador.

 

4.3.2 - Ao coordenador do programa cabe a avaliação trimestral do residente juntamente com os demais professores envolvidos na residência.

§ . Para a atribuição do conceito, serão levados em conta os seguintes fatores:

  • Assiduidade
  • Pontualidade
  • Responsabilidade
  • Relacionamento e receptividade à crítica
  • Relacionamento profissional ↔ paciente, preceptor e demais profissionais envolvidos
  • Qualidade de trabalho
  • Iniciativa
  • Ética profissional e moral

* Obs:

Ao cirurgião-dentista residente que concluir os 3 anos do Programa de Residência, será conferido o certificado, expedido pelo NHU/UFMS, para o devido  registro de Especialista no Conselho Federal  e  inscrição no respectivo Conselho Regional.

 PROGRAMA RECONHECIDO PELO CFO E MEC.

5. Número total de vagas (06 vagas)

  • 02 (duas) vagas no 1ºano
  • 02 (duas) vagas no 2ºano
  • 02 (duas) vagas no 3ºano

 

6. Direitos e deveres do cirurgião-dentista residente

6.1. Direitos

  • Carga horária de 60 (sessenta) horas semanais, nelas incluídas 24 (vinte e quatro) horas de plantão
  • Um dia de folga semana
  • Trinta (30) dias de férias/ano
  • Freqüência mínima de 95% (noventa e cinco por cento)
  • Carga horária total de 8.640 (oito mil seiscentos e quarenta) horas/aula, com o mínimo de 10%  e máximo 20% de carga horária em atividade teórica da carga total
  • O cirurgião-dentista residente terá direito à alimentação no refeitório do NHU, no decorrer do período da residência
  • O cirurgião-dentista poderá receber uma Bolsa de Estudo, de conformidade com a legislação vigente e deverá recolher mensalmente a contribuição previdenciária
  • A cirurgião-dentista residente terá seus direitos assegurados, quando gestante, durante 04 (quatro) meses, podendo ser prorrogado.
  • O cirurgião-dentista residente terá direito de usufruir as atividades didáticas da UFMS
  • Desfrutar de período de licença de uma semana, no caso de contrair matrimônio.

 

6.2. Deveres

·        Estar inscrito no Conselho Regional de Odontologia, conhecendo o código de ética odontológico e trabalhar dentro dos seus princípios (preenchendo adequadamente os prontuários médicos/odontológicos, respeitando a relação cirurgião-dentista ↔ paciente  e  cirurgião-dentista ↔ com os outros profissionais da saúde ou áreas afins, guardar sigilo do que foi lhe passado durante sua função, etc).

·        Cumprir seus horários e plantões designados à noite, domingos e feriados, dedicando-se exclusivamente ao trabalho nos serviços em que for escalado, sendo proibida a realização de atividades profissionais em outros locais.

·        Freqüentar obrigatoriamente cursos, reuniões e outras atividades organizadas para treinamento como cirurgião-dentista residente.

·        Usar obrigatoriamente, uniforme e crachá de identificação

·        Responsabilizar-se, sob supervisão dos preceptores do programa, pela assistência abrangente ao paciente, observação clínica, realizar e anotar o exame clínico, preencher documentos completos: claros, concisos e redigidos em linguagem científica.

·        Tomar medidas terapêuticas de urgência quando necessárias.

·        O cirurgião-dentista residente se obriga a cumprir fielmente a programação do estágio, salvo impossibilidade comunicada por escrito à coordenação da residência.

·        O cirurgião-dentista residente deverá informar à coordenação, de imediato e por escrito, qualquer fato que interrompa, suspenda ou cancele sua matrícula na Residência em Odontologia, ficando responsável por quaisquer despesas e danos causados pela ausência dessa informação.

·        Em caso de afastamento para tratamento de saúde, deverá completar a residência pelo mesmo tempo em que esteve afastado.

·        O cirurgião-dentista residente ficará sujeito às normas previstas nos regulamentos da Comissão de Residência Médica (COREME)  e regimento interno do NHU, onde exercerá suas atividades.

·        É vedado ao cirurgião-dentista residente repetir um programa de residência em odontologia na mesma especialidade, mesmo em unidades diferentes.

·        Deverá ainda, respeitar seus superiores hierárquicos, em função do binômio preceptor ↔ residente. Um aluno interessado desperta a atenção do professor menos ativo, levando-o a se reciclar e renascer seu estímulo para a docência, oferecendo uma melhor qualidade de residência em odontologia.

·        O cirurgião-dentista residente será responsável pelos gastos ou despesas efetivadas em razão de utilização dos materiais e equipamentos do centro de estudo do NHU, excetuando-se aquele que já for sócio do referido centro, posto a contribuir mensalmente para sua manutenção.

·        A  interrupção do programa de residência em odontologia por parte do cirurgião-dentista residente, seja qual for a causa, justificada ou não, não exime da obrigação de posteriormente, completar a carga horária total de atividade prevista para o aprendizado, a fim de obter o Certificado de Conclusão da Residência Odontológica, que constituirá comprovante hábil para fins legais junto ao Conselho Federal de Odontologia, tornando-se apto para a obtenção do Título de Especialista.

·        No período da residência o cirurgião-dentista residente cumprirá as horas estabelecidas pelo seu preceptor, estabelecidas na legislação vigente, sem as quais não poderá dar por concluída sua residência odontológica.

·        Os problemas disciplinares ocorridos durante o período de residência devem ser julgados pelo Coordenador e/ou Conselho Diretivo do NHU e adicionados ao relatório anual do residente, sendo classificados em advertência verbal, advertência escrita, suspensão temporária e exclusão do quadro de residentes do programa.

·        O ciurgião-dentista residente deverá realizar atendimento obrigatório nos ambulatórios de Patologia, Semiologia, Cirurgia Bucal, e demais áreas da especialidade, nas policlínicas do curso de Odontologia/DOD/NOOD, supervisionados e avaliados pelo docente responsável.    

               

                                                           

7. Penalidades

7.1.
Sempre que houver infrações ao Regimento a aos Códigos de Ética e Deontologia Médica/Odontológica, o cirurgião-dentista residente estará sujeito às seguintes penas disciplinares, de acordo com a natureza, grau ou reincidência da falta cometida:

I - Advertência por escrito

II - Repreensão por escrito

III - Suspensão de até 15 (quinze) dias

IV -Afastamento definitivo do residente 

7.2. A repreensão por escrito será imposta na prática de qualquer falta pela qual já tenha sido advertido ou que, por sua vez, justifique a punição.

7.3. A imposição da pena de suspensão será decidida pela Supervisão do programa, com anuência da COREME e comunicada à(s) Pró-Reitoria(s) (Extensão e/ou Pós-Graduação) e Conselho Diretivo do Hospital Universitário.

7.4. É assegurado ao infrator punido com suspensão, recurso, com efeito, suspensivo, ao diretor do Núcleo de Hospital Universitário, em primeira instância, no prazo de 03 (três) dias, a contar da data da ciência, devendo o recurso ser julgado no prazo de 05 (cinco) dias úteis após o seu recebimento.

7.5. O cumprimento da suspensão iniciar-se-á a partir do término do prazo para recurso ou da data de ciência da decisão, conforme o caso.

7.6. A aplicação da pena de afastamento será precedida de sindicância, determinada pela Direção do Hospital Universitário, a pedido da Coordenação do programa, concedendo-se ao indiciado amplo direito de defesa.

§ 1º  A pena de afastamento será aplicada pelo Reitor.

§2º Do afastamento caberá recurso ao Conselho Universitário (COUN), com efeito suspensivo, no prazo de 72 horas, a contar da data da ciência da decisão do afastamento.

 

7.7. Constituem faltas graves para fins de aplicação de pena de suspensão e afastamento:

  1. Faltar sem aviso prévio ou quando este não for justificável.
  2. Desacatar superior hierárquico.
  3. Danificar o patrimônio da UFMS.
  4. Ofender física ou moralmente, qualquer membro da comunidade (funcionários administrativos, técnicos de enfermagem, alunos de qualquer área, auxiliar de limpeza, etc).
  5. Divulgar, por quaisquer meios, tipo de informação pertinente às atividades do Programa de Residência, sem prévia autorização da(s) autoridade(s) competente(s).
  6. Faltar com urbanidade, respeito, responsabilidade e compostura, prejudicando os princípios básicos de respeito à dignidade humana, principalmente no que se refere ao paciente.
  7. Exercer, no âmbito do NHU e/ou do NOD atividades alheias à vida acadêmica.
  8. Praticar, no exercício de suas funções ou em razão delas, ato incompatível com sua condição de cirurgião-dentista residente.
  9. Assumir atitudes ou praticar atos que desconsiderem o paciente ou desrespeitem os preceitos de Éticas Médica/Odontológica.
  10. Usar indevidamente ou em proveito próprio, instalações, materiais e outros pertences do NHU/FAODO-UFMS.
  11. Receber remuneração pelos serviços prestados aos pacientes.
  12. Assinar, sem a devida autorização por quem de direito, documentos legais
     

 7.8. Ao cirurgião-dentista suspenso, é vedado praticar qualquer ato do Programa de Residência, enquanto durar a penalidade.

 7.9. Em caso de reincidência, será sempre aplicada a penalidade de graduação imediatamente superior.

 7.10. O cirurgião-dentista residente, em virtude da falta prevista nas alíneas 3 e 10 do subitem 7.7, fica obrigado a ressarcir os prejuízos causados, no prazo máximo de 30 (trinta) dias, sob pena de  afastamento definitivo.

 

8. Comissões 

I – Entrevistas e análises de títulos

Professores:

  • Dr Anísio Lima da Silva
  • Antonio João da Silveira Terra
  • Dr Gerson Hiroshi Yoshinari
  • Dr José Luiz Guimarães Figueiredo
  • Dr Pedro Gregol da Silva

 

II - Elaboração das  provas:  teórica e prática

Professores:

  • Dr Antônio João da Silveira Terra
  • Dr Anísio Lima da Silva
  • Dr Jean Carlos Alves*
  • Dr Paulo Zárate Pereira
  • Dr José Carlos G. Mendonça
  • Dr José Mariano C. Costa*
  • Dr Júlio César Leite da Silva
  • Dra Jussara Peixoto Ennes
  • Dra Rosana Mara Giordano de Barros
  • Dr Wander Fernando O. Filiú*

* Convidados.

 

IV. CRIAÇÃO DO SERVIÇO E IMPLANTAÇÃO DA RESIDÊNCIA NO HU/UFMS

 

4.1. Breve histórico da criação do serviço de CTBMF - NHU

O serviço de CTBMF foi instalado oficialmente em 01 de setembro de 1992, através da Instrução de Serviço Nº.001/92-DTC de 01/09/1992,  entrando no novo organograma do Núcleo do Hospital Universitário (NHU/UFMS), ficando vinculado ao Departamento de Odontologia e subordinado à Diretoria Clínica e Conselho Diretivo do NHU.

Desde então, é mantida e cumprida uma escala de plantão (sobre-aviso) pelos membros do Serviço, no atendimento dos traumas faciais ou das urgências/emergências.

O atendimento ambulatorial é realizado nas dependências do NHU, duas vezes/semana em consultório odontológico próprio, localizado no mesmo pavimento dos Serviços de Oftalmologia, Otorrino e Cirurgia Plástica, havendo uma integração e harmonia com essas especialidades, trocando experiências multidisciplinares, adquirindo desta maneira conhecimentos, com o propósito de  beneficiar os pacientes, principalmente aqueles que sofreram traumas ou são portadores de deformidades faciais congênitas ou adquiridas.

As cirurgias eletivas sob anestesia geral,  excluindo-se as de urgência, são realizadas no centro cirúrgico, semanalmente.

O Serviço tem estabelecido 02 leitos próprios na enfermaria da Oncologia.

 

4.2. Breve histórico da implantação da residência em CTBMF – NHU/UFMS

A implantação do Programa de Residência em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial do Núcleo do Hospital Universitário-NHU/UFMS, somente foi possível graças à colaboração e apoio desinteressados de grande número de profissionais de  diversas áreas da atividade humana, docentes ou não, como: cirurgiões-dentistas; médicos; farmacêuticos/bioquímicos; técnicos administrativos dos diversos setores e repartições da UFMS; entidades de classe, e todas as pessoas que ajudaram viabilizando meios ou recursos para a concretização e implantação do programa na Instituição Federal.
Após a tramitação, apreciação e aprovação do projeto (Programa) pela Instituição, e haver cumprido as exigências impostas pela Resolução CFO-27/2002, que “dispõe sobre as normas da criação da Residência Odontológica”, iniciou-se o processo do pedido de autorização, ao CFO, de credenciamento/reconhecimento da Residência, que se concretizou através da Portaria - CFO 59 de 14/02/05. Processo CFO-23993/2004  (CRO/MS-512/2004).
Assim, em 28 de Fevereiro de 2005 o Programa foi “lançado oficialmente” e apresentado à comunidade, na Sede do CRO-MS, onde estiveram presentes diversas autoridades e personalidades ligadas ou não a área da saúde, tais como: docentes, representantes de classes de diferentes categorias profissionais (SIOMS, CBCTBMF, ABO, CRM, CRF, etc).
Desde então, a UFMS/HU tem dispensado especial atenção ao Programa, por meio de alocação de recursos humanos, técnicos e materiais adequados, aos objetivos propostos.
Atualmente conta-se com 06 residentes, aprovados por concurso público, recebendo bolsas de estudos, financiada pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós- Graduação da UFMS.
A partir da VI TURMA do Programa (2010/2013), de acordo com a PORTARIA CONJUNTA N0 1 DO MS/MEC DE 24 DE FEVEREIRO DE 2010, o Programa foi selecionado e as bolsas passaram a ser financiadas pelo MS/MEC com o valor monetário de R$ 1.916,45, correspondendo ao mesmo valor das bolsas pagas aos residentes da medicina e da multiprofissional.

Obs:

A Resolução CFO-27/2002, contempla apenas a residência em CTBMF, no entanto, encontra-se no Congresso Nacional o Projeto de Lei, do deputado federal Gilmar Machado “que dispõe sobre Residência Odontológica obrigatória para o exercício profissional”.

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V – Infra-estrutura  e  Recursos Humanos do Programa


5.1. Do Hospital Universitário “Maria  Aparecida  Pedrossian”

O Núcleo do Hospital Universitário da UFMS possui atualmente uma área física de aproximadamente 30.000,00m2 , com 296 leitos. Neste local funcionam diversas Especialidades, Serviços e Programas de Residências Médicas
.
 

Corpo Diretor do NHU:

  • Diretor Geral: Profº. Dr. José Carlos Dorsa Vieira Pontes
  • Diretor Clínico: Dr. Marcelino Chehoud Ibrahim
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5.2. Do Pronto Atendimento Médico - PAM

 

O atendimento de  urgência ou emergência no âmbito da especialidade é realizado no PAM do Hospital Universitário. Neste local existe à disposição dos residentes uma sala de emergência própria e equipada com um moderno consultório, composto por: cadeira  Landus VZ F 4;  refletor Persus S acionado pelo pedal de comando da cadeira;  equipo Persus Opti LD F com fotopolimerizador; negatoscópio de parede de 02 corpos;  aspirador a vácuo de sangue e saliva; autoclave; seladora;  aparelho de RX odontológico.

Anexo a esta, há o alojamento (apartamento) destinado aos residentes plantonistas da CTBMF, mobiliado com: TV a cores com controle; cama beliche tubular; ar condicionado; computador; armário; telefone; internet ; frigobar e cortina. Apartamento com banheiro privativo.

 

5.3. Da importância do trabalho em equipes  multidisciplinar/multiprofissional

 

A Cirurgia Oral e Buco-Maxilo-Facial é uma área das Ciências da  Saúde que vem apresentando alterações e expansão rápidas, tornando-se freqüente e imperativa uma abordagem multidisciplinar para suprir as necessidades de muitos pacientes. Cooperação e coordenação entre cirurgiões dentistas e especialistas da Medicina, Odontologia e outras, é medida essencial para prover cuidados adequados aos pacientes.

Os pacientes poli-traumatizados  necessitam de atendimento  e avaliação multidisciplinar e/ou multiprofissional, e normalmente este atendimento é liderado por um médico especialista em cirurgia geral, cabendo ao mesmo ditar as prioridades e convocar os demais que sejam necessários com relação aos vários setores corporais presumivelmente atingidos.

Assim, todas as especialidades se beneficiam com esta soma, mas acima de tudo o maior beneficiado será sempre a espécie humana (pacientes).

5.4. Preceptores técnicos administrativos  convidados

 

Médicos/PAM

  • Dr. Jean Carlos Alves
  • Dr. Roberto Teruya
  • Dra. Rosana Leite de Melo

 

5.5. Outros profissionais – exceto docentes

 

I - Enfermagem/PAM           
  • André Jesus Nascimento
  • Emerson Gauna
  • Kelisandra S. Pinheiro *
II - Enfermagem/Centro Cirúrgico
  • Carlos Arnaldo Menon
  • Edda  Andrade Medeiros*
  • Eunice Freire
  • Gilberta Benites
  • Josafá  Mattos Hollanda
  • Nalu Nogueira

 

III - Enfermagem/ Enfermaria Oncologia
  • Abadio Luiz Borges
  • Cleudinéia Mello *
  • Ildacir de Souza
  • Maria da Glória  Ferreira
  • Maria das Graças L.Silva

* Enfermeiras chefes dos respectivos setores.

 

IV - Comissão de Controle de Infecção Hospitalar – CCIH
  • Dra. Ana Lúcia Lyrio Oliveira - médica
  • Olcinei Alves de Oliveira – enfermeiro
  • Célia Ferreira de Araújo – assistente social

 

V - Policlínicas Odontológicas - FAODO/NOD
  • Jary  Inssabralde
  • Eloi Antônio Wolf
  • Marinete  Caetano Leite                                                                               clique aqui!
  • Manoel Paixão dos Santos
  •  Osvalda Vera
  • Roberto Vargas Céspedes
  • Vilma Santos Correia
VI - Secretaria – COREME
  • Teresinha de J. Nóbrega Marques

VII - Secretaria – PREAE

  • João Batista de Santana
VIII - Secretaria - NHU
  • Claudia Cristina de Carvalho - DTC/NHU
  • Heloisa Ávila Paz - DRA/NHU
  • Wilma Helena Ferreira - DTC/NHU
IX - Núcleo de Informática - NIN
  • Francisco Jorge Souza da Silva
  • Maria Auxiliadora Pimenta

X - Assessoria de Comunicação Social – ACS

  • Mário Márcio Silva de Brito
  • Marco Antônio Rezende Lopes

  

VI – Outras informações

 

6.1 - Breve histórico da criação dos Programas de Residências Médica no Brasil

Em atendimento às exigências impostas pelo desenvolvimento técnico-científico, a Residência  Médica, em nível de pós-graduação, foi criada no Brasil, em 1945.

A partir de 1964, sob pressão de grupos econômicos, que buscavam instituir maior sofisticação tecnológica nos serviços médicos, os quais exigiam mão-de-obra especializada para a sua manipulação, verificou-se a expansão das Residências Médicas.

Em 1970, com o aumento do número de vagas nas Universidades foram cridas novas Faculdades de Medicina (em sua maioria particulares), tendo como conseqüência, a proliferação das Residências Médicas, distanciando-se cada vez mais dos objetivos iniciais.

Com a finalidade de desenvolver alguma ação que viesse fortalecer a educação médica no País, as Faculdades de Medicina, com o apoio de entidades de classe, sensibilizaram o Ministério da Educação, no sentido de que fosse, a Residência Médica, integrada a programas de pós-graduação.

Assim, editou-se o Decreto Nº 80.281, de 5 de Setembro de 1977, regulamentando a Residência Médica e criando a Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM).

Ainda, como parte deste esforço, foi sancionada em 7 de Julho de 1981, a Lei Nº 6.932, que “dispõe sobre as atividades do médico residente e dá outras providências”, Institucionalizando-se a Residência Médica de forma definitiva no País, como modalidade de ensino de pós-graduação, em nível de Especialização.


6.2. Implantação dos Programas de Residência Médica no NHU/UFMS

A Residência Médica no Hospital Universitário da UFMS foi implantada, em 1981, pelos professores Luiz Felipe Terrazas Mendes – Supervisor de Residência Médica em Cirurgia Geral; Joel de Freitas – Supervisor de Pediatria e Izaías Pereira da Costa – Supervisor da Clínica Médica, na gestão do reitor Profº.Edgard Zardo, iniciando-se com os programas de Cirurgia Geral, Pediatria e Clínica Médica.

Os Programas de Residências Médica da UFMS, funcionam coordenados pela COREME, sob a responsabilidade do Hospital Universitário e supervisionados pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPP).

Atualmente os Programas de Residências Médicas oferecidos são os seguintes:

·        Cancerologia Cirúrgica

·        Cardiologia

·        Cirurgia Geral

·        Cirurgia Vascular

·        Clínica Médica

·        Dermatologia

·        Infectologia

·        Medicina Intensiva Pediátrica

·        Neonatologia

·        Obstetrícia e Ginecologia

·        Oftalmologia

·        Ortopedia e Traumatologia

·        Pediatria

·        Pneumologia

·        Psiquiatria

·        Reumatologia

·         Urologia

*Fonte: Manual de Residência Médica/2005 - COREME – NHU/UFMS

6.3. Implantação do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde no NHU/UFMS

 A residência em saúde, não médica, foi reconhecida a partir da promulgação da Lei n0. 11.129/2005 e dois anos depois, foi instituída, no Ministério da Educação, a Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde (CNRMS), responsável pelo credenciamento e avaliação de todas as residências não médicas, tanto as multiprofissionais como as em área profissional da saúde (uniprofissionais), como é o caso, por exemplo, da Residência em Cirurgia Buco-maxilo-facial.

A CNRMS vincula-se no MEC ao departamento de Hospitais e Residências (DHR) da Secretaria de Educação Superior (SESu), mesmo departamento ao qual se vincula a Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM). A CNRMS tem a coordenação compartilhada entre o MEC e o Ministério da Saúde.

As residências multiprofissionais e em área profissional da saúde são orientadas pelos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), a partir das necessidades e realidades locais e regionais, e abrangem as profissões da área da saúde, a saber: Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia, Psicologia, Serviço Social e Terapia Ocupacional.
A Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde - CNRMS, instituída por meio da Portaria Interministerial nº45, de 12 de janeiro de 2007, é coordenada conjuntamente pelo Ministério da Saúde e do Ministério da Educação e tem como principais atribuições: avaliar e acreditar os programas de Residência Multiprofissional em Saúde e Residência em Área Profissional da Saúde de acordo com os princípios e diretrizes do SUS e que atendam às necessidades sócioepidemiológicas da população brasileira; credenciar os programas de Residência Multiprofissional em Saúde e Residência em Área Profissional da Saúde bem como as instituições habilitadas para oferecê-lo; registrar certificados de Programas de Residência Multiprofissional em Saúde e Residência em Área Profissional da Saúde, de validade nacional, com especificação de categoria e ênfase do programa.

No âmbito da UFMS a residência multiprofissional em saúde foi apreciada e aprovada pelo Conselho de Pesquisa e Pós-Graduação através da Resolução nº 54, de 18 de novembro de  2009.

O Programa de Residência Integrada Multiprofissional em Saúde, Área de Concentração: Atenção ao Paciente Crítico, do Hospital Universitário “Maria Aparecida Pedrossian da UFMS”, abrange as áreas de Enfermagem, Nutrição, Fisioterapia, Odontologia e Farmácia-Bioquímica.

Assim, no NHU/UFMS existem 03 (três) modalidades distintas de programas de residências na área da saúde: Residência Médica; Residência em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial e Residência Multiprofissional em Saúde.

 

PROGRAMA DA PROVA ESCRITA

 

1. Conceitos, propósitos e limites da cirurgia buco-maxilo-facial.

2. Princípios básicos e fundamentais da cirurgia buco-maxilo-facial.

3. Histofisiologia da reparação tecidual dos tecidos moles e duros.

4. Anestesias local e geral em cirurgia buco-maxilo-facial.

5. Acidentes e complicações das anestesias locais.

6. Biópsias e citologia esfoliativa.

7. Pré, trans e pós-operatórios em cirurgia buco-maxilo-facial.

8. Exodontias complicadas.

9. Cirurgia dos dentes retidos.

10. Terapêutica medicamentosa em Odontologia.

11. Cirurgias com finalidades protéticas.

12. Cirurgias com fins ortodônticos.

13. Cirurgias parendodônticas.

14. Tratamento das sinusopatias de origem odontogênicas.

15. Tratamento cirúrgico das infecções de origem odontogênicas.

16. Tratamento dos cistos do complexo maxilo-mandibular.

17. Tratamento dos tumores benignos e malignos dos maxilares.

18. Tumores odontogênicos.

19. Patologia clínica e outros exames complementares de uso rotineiro.

20. Traumatismos alvéolo-dentários.

21. Reimplantes e transplantes dentários.

22. Arquitetura do esqueleto facial.

23. ATM – exame clínico, sinais e sintomas.

24. Fraturas mandibulares – Tratamentos.

25. Fraturas do esqueleto fixo da face: Estudo clínico/radiográfico.

26. Fraturas condilares.

27. Fraturas do complexo zigomático.

28. Tratamento dos tecidos moles (tegumentos) faciais.

29. Tratamento das seqüelas dos traumas maxilo-faciais.

30. Primeiro atendimento ao poli-traumatizado da face.

 

 

BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA

 

1. KRUGER, G. O. Cirurgia Bucal e Maxilo Facial. 5 ed.1984.
2. PTERSON, L.J; ELLIS, E; HUPP,JR.; TUCKER, M.R. Cirurgia Oral e Maxilo-Facial Contemporânea. 3 ed. Guanabara. ST.LOUIS.2000.

3. DINGMAN, N. Cirurgia das Fraturas Faciais. 1.ed. 1995.

4. PSILLAKS, J.M. Cirurgia Crânio-Maxilo Facial. 1. ed. 1987.

5. ZANINE, A.S .Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial. 1990.

6. COLOMBINI, N.E.P. Cirurgia Maxilo-Facial. 1 ed. 1990.

7. SAILER, H.F.; PAJAROLA, G.F. Cirurgia Bucal, Artes Médicas, Porto Alegre, 2000.

8. ANDRADE, E.D. Terapêutica Medicamentosa em Odontologia. 1999.

9. NEVILLE, B.W. et al. Patologia Oral e Maxilo Facial, 2 ed, Guanabara, Rio de Janeiro, 2004.

10. MALAMED, STALEY F. Manual de Anestesia Local. 3 ed, Guanabara Koogan S.A, 2002.

11. BARRROS, J.J.& RODE, S.M. Tratamento das Disfunções CrânioMandibulares. ATM. Editora Santos, 1985.

12. ANDRADE, E.D.; RANALI J. Emergências Médicas em Odontologia, 2 ed, Artes Médicas, São Paulo, 2004.

13. GARDNER, E. et al. Anatomia: Estudo Regional do Corpo  Humano. 2 ed. Editora Guanabara Koogan S.A.

14. SICHER, H.; DU BRUL, E. Anatomia Bucal, 6 ed, Rio de Janeiro. Editora Guanabara Koogan, 1997.

15. SHAFER, W.; HINE, M. & LEVY, B. Tratado de Patologia Bucal, 4 ed, Rio de Janeiro, Editora Interamerican, 1985.

16. Mc MINN, R.M.H.;HUTCHINGS, R.T.; LOGAN, B.M. Atlas Colorido de Anatomia da Cabeça e Pescoço.São Paulo, 2 ed, Artes Médicas, 1998.

17. MEDEIROS, P.J. Cirurgia dos Dentes Inclusos: Extração e Aproveitamento. São Paulo, Livraria Santos, 2003.

18. CARVALHO, A.C.P.; OKAMOTO, T. Cirurgia Bucal: Fundamentos Experimentais Aplicados à Clínica. São Paulo, Panamericana, 1985.

19. LASKIN, D.M. Cirurgia Bucal e Maxilofacial. Quintessence, 1991.

20. SÁ-LIMA, J.R. Atlas Colorido de Anestesia Local em Odontologia. Fundamentos e Técnica. Ed. Santos, São Paulo, 1996.

21. TOPAZIAN, R.G.; GOLDBERG, M.H. Infecções Maxilo-Faciais e Orais. São Paulo, ed. Santos, 1997.

  

 

LISTA DE  SIGLAS E ABREVIATURAS

 

ABOAssociação Brasileira de Odontologia

ACCD – Associação campo-grandense de Cirurgiões Dentistas

ACS – Assessoria de Comunicação Social

ALACIBU – Associação Latino-Americana de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial
CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

CBCTBMF – Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial

CCBS – Centro de Ciências Biológicas e da Saúde

CFM – Conselho Federal de Medicina

CFO – Conselho Federal de Odontologia

CNRM – Comissão Nacional de Residência Médica

COREME – Comissão de Residência Médica

CRF – Conselho Regional de Farmácia

CRM – Conselho Regional de Medicina

CRO – Conselho Regional de Odontologia

CTBMF – Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial

DIP – Doenças Infecciosas e Parasitárias

DIPE – Divisão Clínica de Pacientes Especiais

DOD – Departamento de Odontologia

EAP – Escola de Aperfeiçoamento Profissional

EPM – Escola Paulista de Medicina

ENSP/RJ – Escola Nacional de Saúde Pública do Rio de Janeiro

FAMED – Faculdade de Medicina “Dr Hélio Mandetta” - UFMS

FAODO – Faculdade de Odontologia “Prof. Albino Coimbra Filho” - UFMS

Fiocruz – Fundação Oswaldo Cruz

FOA – Faculdade de Odontologia de Araçatuba (Unesp)

FOB – Faculdade de Odontologia de Bauru (USP)

FOP – Faculdade de Odontologia de Piracicaba (UNICAMP)

HSG – Hospital Santa Genoveva (Uberlândia/MG)

INCA – Instituto Nacional do Câncer (RJ)

MG – Minas Gerais

MS – Mato Grosso do Sul

NHU – Núcleo de Hospital Universitário “Maria Aparecida Pedrossian -”UFMS

NIN – Núcleo de Informática

NOD – Núcleo de Odontologia

PAM – Pronto Atendimento Médico

PS – Pronto Socorro

PREAE – Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis

PROPP – Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação

RJ – Rio de Janeiro

SBPC – Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

SBP – Sociedade Brasileira de Patologia

SERESP – Setor de Registro de Especialidades (CFO)

SIOMS – Sindicato dos Odontologista do Estado de Mato Grosso do Sul

SOBRACIBU – Sociedade Brasileira de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial

SP – São Paulo

Udi – Uberlândia

UCDB – Universidade Católica Dom Bosco

UFG – Universidade Federal de Goiás

UFMS – Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

UFU – Universidade Federal de Uberlândia

UnB – Universidade Nacional de Brasília

Unesp – Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”

Unicamp – Universidade Estadual de Campinas

UNIDERP – Universidade para o Desenvolvimento do Estado e  Região do Pantanal

Unifesp – Universidade Federal do Estado de  São Paulo

Uningá – Unidade de Ensino Superior Ingá S/C Ltda

USP – Universidade de São Paulo

UTI – Unidade de Terapia Intensiva 

  

 

 

Profº Dr. José Carlos G. Mendonça

Coordenador 

 

Núcleo do Hospital Universitário – UFMS

Serviço de Cirurgia Buco-Maxilo-Facial

Avenida Senador Filinto Müller, s/n.  Cidade Universitária - Vila Ipiranga
 CEP -  79.080-190 - Campo Grande - MS
 Fones: (0xx67) Geral - Pabx: 3345-3000 - Fax: 3345-3349
E-mail : bucomaxilo@nhu.ufms.br

Secretaria da Direção Geral:  3345-3333 -  Secretaria da Direção Clínica: 3345-3307
Secretaria COREME: 3345-7310/3345-7308 – Setor da  Residência Buco-Maxilo-Facial: 3345-3213