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RESIDÊNCIA EM CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCO-MAXILO-FACIAL Reconhecida e Credenciada
pelo CFO e MEC REALIZAÇÃO: Núcleo do Hospital
Universitário – NHU/UFMS APOIO: PROPP: Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação COREME: Comissão de Residência Médica REITORIA PRÓ-REITORIA
DE EXTENSÃO, CULTURA E ASSUNTOS Pró-Reitor: Milton Augusto Paqutto Mariani
PRÓ-REITORIA
DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO – PROPP
Pró-Reitor: Profº.
Dercir Pedro de Oliveira
Diretor: Profª. Drª. Edna Scremin Dias
NÚCLEO
DE HOSPITAL UNIVERSITÁRIO - NHU Diretor Geral: Profº. Dr. José Carlos Vieira Pontes
Diretora: Profª. Rosana Mara Giordano de Barros I – Edital do Concurso
Público para Residência CTBMF /
NHU 2011 downloads
pdf
Programa
da prova escrita Lançamento
oficial do Programa da Residência
na sede do CRO/MS (28/02/2005) - Fotos II – APRESENTAÇÃO
DO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM CTBMF NHU/UFMS
2. 1
– Da organização Residência
odontológica é uma forma de treinamento e aperfeiçoamento
para cirurgiões-dentistas, de caráter eminentemente prático, mas que exige
cursos teóricos formais realizados em unidades hospitalares, em
regime de tempo integral, por prazo determinado e sob supervisão de profissional
habilitado, assim definida pelo
CFO. O Programa de Residência
em CTBMF funciona sob a responsabilidade do Núcleo de Hospital
Universitário, supervisionado pelas Pró-Reitoria de Extensão
e Assuntos Estudantis (PREAE) e Pró-Reitoria de Pesquisa e O Programa está estruturado como um Curso de Especialização (Latu sensu), obedecendo, naquilo que lhe for aplicável, às normas específicas emanadas da Lei n° 11.129 de 2005, PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 1.077, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2009, que “Dispõe sobre a Residência Multiprofissional em Saúde e a Residência em Área Profissional da Saúde, e institui o Programa Nacional de Bolsas para Residências Multiprofissionais e em Área Profissional da Saúde e a Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde do Conselho Federal de Odontologia, COREMUS e aos dispositivos internos da Instituição. No âmbito da UFMS, o Programa encontra-se regido pelos Regimentos Internos da COREMUS e Serviço de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial do Núcleo de Hospital Universitário da UFMS, aprovado através da INSTRUÇÃO DE SERVIÇO Nº 124 DE 20 DE OUTUBRO DE 2009. 2.
2. Do corpo docente O corpo docente é constituído
por profissionais de elevada competência ética e profissional,
habilitados ao exercício da docência, de acordo com as normas legais
vigentes, com capacidade de planejar, coordenar, supervisionar as atividades,
avaliar o rendimento dos alunos e do próprio Programa de Residência
CTBMF do
Hospital Universitário/UFMS.
Profº. Dr. José Carlos Garcia de Mendonça · Professor da disciplina de CTBMF da Faculdade de Odontologia – FAODO/UFMS. · Doutor em Ciências da Saúde (Cirurgia) – FAMED / UFMS. · Mestre em Ciências da Saúde (Cirurgia) – UnB. · Especialista em CTBMF – EAP/ABO/Hospital Santa Genoveva – Uberlândia/MG. · Especialista em Endodontia – FOA-UNESP - Araçatuba/SP. · Especialista em Gestão da Clínica nos Hospitais do SUS – MS/HSL/SP. · Chefe do Serviço de CTBMF do Hospital Universitário – NHU/UFMS. · Sócio Docente da Sociedade Brasileira de CTBMF (SOBRACIBU). · Sócio Docente da Associação Latino-Americana de CTBMF (ALACIBU). · Membro do Colégio Brasileiro de CTBMF. · Membro Titular do Colégio Brasileiro de Implantodontia. · Membro do corpo clínico do Hospital do Câncer de Campo Grande – MS.
2. 4 – Assistentes e docentes
1. Dr Antônio João da Silveira Terra Titulação – Especialista em CTBMF pelo CFO. Especialista em Radiologia pela ACCD. Professor responsável pela disciplina de CTBMF – FAODO/UFMS. Ex-Diretor do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde – CCBS/UFMS (2000/2004)
2. Dr Júlio César Leite da Silva Titulação – Doutorando em Odontologia - Unicamp. Mestre em Odontologia USP/SP. Especialista em Periodontia – Unicamp. Professor de CTBMF – FAODO/UFMS.
3. Dr Anísio Lima da Silva Titulação – Especialista em Radiologia e Estomatologia pelo CFO. Doutor em Ciências da Saúde – UnB. Professor responsável pela disciplina de Prótese Total e Removível – FAODO/UFMS. Ex-Presidente do CRO/MS.
4. Dra Jussara Peixoto Ennes Titulação – Especialista/Mestre/Doutora em Odontologia FOB/USP. Professora de Anatomia da Cabeça e Pescoço - CCBS/UFMS. Chefe do Depto de Morfologia do CCBS/UFMS.
5. Dr Paulo Zárate Pereira Titulação – Especialista/Mestre/Doutor – USP/SP. Professor de Cariologia, Deontologia, Odontologia Legal e Saúde Coletiva – FAODO/UFMS.
6. Dra Rosana Mara Giordano de Barros Titulação – Especialista Odontopediatria e Patologia Bucal. Mestre em Patologia Bucal – USP/SP. Doutora em Ciências da Saúde – UnB. Professora responsável pela disciplina de Patologia Bucal do FAODO/UFMS. Diretora da Fac. de Odontologia – FAODO/UFMS 2.
5 – Docentes convidados especiais e/ou colaboradores 1. Dr José Mariano Carvalho Costa Titulação – Especialista em CTBMF CFO. Mestre em Ciências da Saúde UnB. Doutor em Ciências da Saúde – FAMED/UFMS. Professor de CTBMF UFU/MG. Coordenador do curso de especialização em CTBMF da EAP/ABO – Hospital Santa Genoveva – Uberlândia/MG. Chefe do Serviço de CTBMF –HSG - Udi/MG. 2. Dr Pedro Gregol da Silva Titulação – Especialista em Radiologia e Endodontia. Mestre/Doutor em Diagnóstico Bucal FOB/USP. Professor responsável pela disciplina de Radiologia do FAODO/UFMS. Professor orientador dos cursos de Mestrado/Doutorado – Programa Multiinstitucional de Pós-Graduação em Ciências da Saúde - Rede Centro-Oeste – Convênio UnB/UFG/UFMS. 3. Dr Adalberto Abrão Siufi Titulação – Médico oncologista. Especialista/Doutor pela EPM/Unifesp. Professor responsável pela disciplina de Oncologia da faculdade de medicina – FAMED/UFMS. Coordenador da residência médica em Oncologia do NHU/UFMS. Diretor Geral do Hospital do Câncer. 4. Dr Marcelo Rosseto Titulação – Médico cirurgião plástico. Especialista/Mestre/Doutor EPM/Unifesp. Professor responsável pela disciplina de cirurgia plástica da faculdade de medicina – FAMED/UFMS. 5. Dr Luiz César Anzoategui Titulação – Médico anestesiologista. Especialista em anestesiologia CFM. Professor responsável pela disciplina de anestesiologia Da faculdade de medicina - FAMED/UFMS. Coordenador da residência médica em anestesiologia da Santa Casa de Campo Grande-MS. 6. Dr Celso Massaschi Inouye Titulação – Médico ortopedista. Especialista/Mestre/Doutor – EPM/Unifesp. Professor titular do Departamento de Clínica Cirúrgica – FAMED/UFMS. Professor orientador dos cursos Mestrado/Doutorado – Programa Multiinstitucional de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Rede Centro- Oeste – Convênio UnB/UFG/UFMS. 7. Dr Milton Nakao Titulação – Médico otorrinolaringologista. Especialista/Mestre EPM/Unifesp. Professor responsável pela disciplina de otorrinolaringologia - FAMED/UFMS. 8. Dr Pedro Rippel Salgado Titulação – Médico neurologista. Especialista em Neurologia Clínica CFM. Professor responsável pela disciplina de neurologia - FAMEDUFMS. Ex- Diretor Geral do Núcleo do Hospital Universitário – NHU/UFMS.
9. Dr Ricardo Dutra Aydos Titulação – Médico cirurgião geral. Especialista/Mestre/Doutor EPM/Unifesp. Professor Depto. Clínica Cirúrgica. FAMED/UFMS. Coordenador Regional do Programa Multiinstitucional de Pós-Graduação em Ciências da Saúde – Rede Centro Oeste – Convênio UnB/UFG/UFMS. 10. Dr Jean Carlos Alves Titulação – Médico clínico geral. Especialista em Clínica Médica CFM. Médico técnico administrativo do Núcleo do Hospital Universitário – NHU/UFMS. 11. Dr Paulo Roberto Silveira Pagliarelli Titulação – Médico cirurgião plástico. Especialista em Cirurgia Plástica pela SBCP/CFM. Cirurgião Plástico do Hospital do Câncer de Campo Grande – MS. 12. Dr Eduardo Velasco de Barros Titulação – Médico oftalmologista. Professor responsável pela disciplina de oftalmologia da FAMED/UFMS. Coordenador da residência médica em oftalmologia do Núcleo do Hospital Universitário – NHU/UFMS. 13. Dr Roberto Teruya Titulação – Médico cirurgião geral. Especialista em Cirurgia Geral CFM. Mestrando em Técnica Operatória e Cirurgia Experimental – EPM/Unifesp. Chefe do Pronto-Socorro do Núcleo do Hospital Universitário – NHU/UFMS. 14. Dr Gerson Hiroshi Yoshinari Titulação – Cirurgião Dentista. Especialista/Mestre/Doutor em Endodontia FOP/Unicamp. Professor responsável pela disciplina de Endodontia da FAODO/UFMS. Ex-coordenador do curso de especialização em Endodontia – FAODO/UFMS. 15. Dra Dalva Pereira Terra Titulação – Cirurgiã Dentista. Especialista/Mestra Odontopediatria USP/SP. Profª responsável pela disciplina de Odontopediatria da FAODO/UFMS. Especialista Dentística. Coordenadora do curso de especialização em Odontopediatria – ABCD/MS. 16. Dr Wilson de Barros Cantero Titulação – Diretor clínico do NHU. Médico cirurgião gastroenterologista. Especialista/Mestre EPM/Unifesp. Doutorando em Ciências da Saúde – FAMED/UFMS. Profº da disciplina de Gastroenterologia do Departamento de Clínica Cirúrgica da FAMED/UFMS. 17. Dra Rosana Leite de Melo Titulação – Médica. Especialista em Cirurgia de Cabeça e Pescoço CFM. Especialista em Cirurgia Oncologia INCA. Mestranda em Ciências da Saúde – FAMED/UFMS. Técnica administrativa do NHU/UFMS. 18. Dr Alcides Arruda Titulação – Médico cirurgião plástico. Técnico administrativo do Núcleo de Hospital Universitário - NHU/UFMS. 19. Dr Rivaldo Venâncio da Cunha Titulação – Médico infectologista. Especialista/Mestre/Doutor em Medicina Tropical Fiocruz/RJ. Prof° responsável pela disciplina de Doenças Infecciosas e Parasitárias, Deptºde Clínica Médica da FAMED/UFMS. 20. Enfermeira Cleudinéia Mello Titulação – Enfermeira geral. Especialista em Oncologia. Chefe da enfermaria da Oncologia/NHU. Técnica administrativa do Núcleo do Hospital Universitário – NHU/UFMS. 21. Dr Wander Fernando de Oliveira Filiú Titulação – Farmacêutico/Bioquímico. Especialista em Administração Hospitalar. Mestre em Biologia Parasitária Fiocruz/RJ. Doutorando em Ciências da Saúde – FAMED/UFMS. Professor assistente do curso de farmácia da UFMS. 22. Dra Débora Marchetti Chaves Thomaz Titulação – Médica Pediatra. Especialista/Mestre em Pediatria UFMS. Doutora em Ciências da Saúde – FAMED/UFMS. Professora de Pediatria na FAMED e coordenadora do programa de residência médica em Pediatria - NHU/UFMS.
III
– FUNCIONAMENTO DO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA CTBMF 3.1. Dos Objetivos O Programa de Residência
em CTBMF, caracteriza-se por treinamento
em serviços, em período integral, tendo como objetivos: a) Proporcionar
adestramento e aperfeiçoamento técnico-científico do profissional. b) Proporcionar que o residente realize rodízio nas
especialidades médicas de : clínica médica, ortopedia, radiologia, cirurgia
geral, otorrino, cirurgia plástica, UTI, PS, anestesiologia e
anatomia patológica, sempre com a supervisão de um docente do programa. c) Promover
a integração com equipes multidisciplinares para prestação da assistência
aos pacientes, visando sua saúde e preservação da vida. d) Incentivar a produção científica e a participação de
docentes e discentes em congressos e cursos. e) Qualificar e preparar o cirurgião-dentista para o exercício
e anúncio da especialidade f) Formar cirurgiões-dentistas aptos a clinicar em qualquer
área da especialidade, em ambiente ambulatorial e hospitalar. g)
Proporcionar atividades cirúrgicas
ambulatoriais e hospitalares diversificadas, em cirurgia bucal, traumatologia,
correção de deformidades dento-faciais, patologia e demais áreas da especialidade. h) Estimular a capacidade de crítica da atividade profissional,
considerando-a em seus aspectos éticos, científicos e legais. i) Promover visitas diárias aos pacientes internados, com
discussão dos casos, tendo a participação
de pelo menos 1 (um) docente. 3.2 -
Metodologia
·
Formação gradativa e cumulativa, atribuindo ao aluno atividades
mais complexas, de acordo com o seu desenvolvimento, tais como: 1º ano ou R1
2º ano ou R2
3º ano ou R3
R1, R2 e R3
·
Atividades didáticas, aulas e seminários,
contemplando o conteúdo programático de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial
(CTBMF) e áreas afins.
·
Atividades cirúrgicas ambulatoriais e hospitalares diversificadas,
em cirurgia bucal, traumatologia, correção de deformidades dento-faciais,
patologia e demais áreas da especialidade.
·
Atividades em plantões
hospitalares semanais, mediante escala, inclusive nos fins de semana.
·
Visitas diárias aos pacientes internados,
com discussão dos casos, com a participação de pelo menos 1 (um) docente.
·
Jornada diária máxima de 08 (oito) horas
·
01 (uma) folga semanal · Férias de 30 dias/ano · • 60 horas/semanais * Obs: Os residentes não serão remunerados, não pagarão mensalidades e nem manterão vínculo empregatício com a Instituição envolvida no programa, no entanto, poderão ser agraciados com ajuda financeira em forma de bolsas de estudo, concedidas pela PROPP/UFMS e pelo MS/MEC (PORTARIA CONJUNTA No 1 DO MS/MEC, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2010).
3.3.2 . Área conexa
3.3.3. Obrigatórias
4. Sistema de Avaliação
4.1. Avaliação anual
·
Relatório das atividades dos residentes, com
conceitos individuais
·
Freqüência mínima de 95%
·
Provas escritas trimestrais por ano de residência 4.2. Avaliação final
·
Obrigatória a apresentação de monografia no
final dos três anos. A comissão de avaliação será composta por 03 (três) membros docentes pertencentes
ou não ao programa, sendo pelo menos 02 (dois) especialistas em CTBMF
·
Prova final dos três anos
4.3. Avaliação e promoção 4.3.1 - Cada residente terá uma ficha, onde serão
anotadas todas as avaliações, tanto prova escrita, como conceito e quaisquer
outras observações importantes, a critério coordenador. 4.3.2 - Ao coordenador do programa cabe a avaliação
trimestral do residente juntamente com os demais professores envolvidos
na residência. § . Para a atribuição do conceito, serão levados
em conta os seguintes fatores:
* Obs: Ao cirurgião-dentista residente que concluir os 3 anos do Programa de Residência, será conferido o certificado, expedido pelo NHU/UFMS, para o devido registro de Especialista no Conselho Federal e inscrição no respectivo Conselho Regional. 5. Número
total de vagas (06 vagas)
6. Direitos e deveres do cirurgião-dentista residente 6.1. Direitos
6.2. Deveres
·
Estar inscrito no Conselho Regional de
Odontologia, conhecendo o código de ética odontológico e trabalhar
dentro dos seus princípios (preenchendo adequadamente os prontuários médicos/odontológicos,
respeitando a relação cirurgião-dentista ↔ paciente
e cirurgião-dentista ↔
com os outros profissionais da saúde ou áreas afins, guardar sigilo do
que foi lhe passado durante sua função, etc).
·
Cumprir seus horários e plantões designados
à noite, domingos e feriados, dedicando-se exclusivamente ao trabalho
nos serviços em que for escalado, sendo proibida a realização de atividades
profissionais em outros locais.
·
Freqüentar obrigatoriamente cursos, reuniões
e outras atividades organizadas para treinamento como cirurgião-dentista
residente.
·
Usar obrigatoriamente, uniforme e crachá
de identificação
·
Responsabilizar-se, sob supervisão dos
preceptores do programa, pela assistência abrangente ao paciente, observação
clínica, realizar e anotar o exame clínico, preencher documentos completos:
claros, concisos e redigidos em linguagem científica.
·
Tomar medidas terapêuticas de urgência
quando necessárias.
·
O cirurgião-dentista residente se obriga
a cumprir fielmente a programação do estágio, salvo impossibilidade comunicada
por escrito à coordenação da residência.
·
O cirurgião-dentista residente deverá
informar à coordenação, de imediato e por escrito, qualquer fato que interrompa,
suspenda ou cancele sua matrícula na Residência em Odontologia, ficando
responsável por quaisquer despesas e danos causados pela ausência dessa
informação.
·
Em caso de afastamento para tratamento
de saúde, deverá completar a residência pelo mesmo tempo em que esteve
afastado.
·
O cirurgião-dentista residente ficará
sujeito às normas previstas nos regulamentos da Comissão de Residência
Médica (COREME) e regimento
interno do NHU, onde exercerá suas
atividades.
·
É vedado ao cirurgião-dentista residente
repetir um programa de residência em odontologia na mesma especialidade,
mesmo em unidades diferentes.
·
Deverá ainda, respeitar seus superiores
hierárquicos, em função do binômio preceptor ↔ residente. Um aluno
interessado desperta a atenção do professor menos ativo, levando-o a se
reciclar e renascer seu estímulo para a docência, oferecendo uma melhor
qualidade de residência em odontologia.
·
O cirurgião-dentista residente será responsável
pelos gastos ou despesas efetivadas em razão de utilização dos materiais
e equipamentos do centro de estudo do NHU, excetuando-se aquele que já
for sócio do referido centro, posto a contribuir mensalmente para sua
manutenção.
·
A interrupção do programa de residência em odontologia
por parte do cirurgião-dentista residente, seja qual for a causa, justificada ou não, não exime da obrigação de posteriormente,
completar a carga horária total de atividade prevista para o aprendizado,
a fim de obter o Certificado de Conclusão da Residência Odontológica,
que constituirá comprovante hábil para fins legais junto ao Conselho Federal
de Odontologia, tornando-se apto para a obtenção do Título de Especialista.
·
No período da residência o cirurgião-dentista
residente cumprirá as horas estabelecidas pelo seu preceptor, estabelecidas
na legislação vigente, sem as quais não poderá dar por concluída sua residência
odontológica.
·
Os problemas disciplinares ocorridos durante
o período de residência devem ser julgados pelo Coordenador e/ou Conselho
Diretivo do NHU e adicionados ao relatório anual do residente, sendo classificados em
advertência verbal, advertência escrita, suspensão temporária e exclusão
do quadro de residentes do programa.
·
O ciurgião-dentista residente deverá realizar
atendimento obrigatório nos ambulatórios de Patologia, Semiologia, Cirurgia
Bucal, e demais áreas da especialidade, nas policlínicas do curso de Odontologia/DOD/NOOD, supervisionados e avaliados pelo docente responsável.
7. Penalidades I - Advertência por escrito II - Repreensão por escrito III - Suspensão de até 15 (quinze) dias IV -Afastamento definitivo do residente 7.2.
A repreensão por escrito será
imposta na prática de qualquer falta pela qual já tenha sido advertido
ou que, por sua vez, justifique a punição. 7.3.
A imposição da pena de suspensão
será decidida pela Supervisão do programa, com anuência da COREME e comunicada à(s) Pró-Reitoria(s)
(Extensão e/ou Pós-Graduação) e Conselho Diretivo do Hospital Universitário. 7.4.
É assegurado ao infrator punido
com suspensão, recurso, com efeito, suspensivo, ao diretor do Núcleo de
Hospital Universitário, em primeira instância, no prazo de 03 (três) dias,
a contar da data da ciência, devendo o recurso ser julgado no prazo de
05 (cinco) dias úteis após o seu recebimento. 7.5.
O cumprimento da suspensão iniciar-se-á
a partir do término do prazo para recurso ou da data de ciência da decisão,
conforme o caso. 7.6.
A aplicação da pena de afastamento
será precedida de sindicância, determinada pela Direção do Hospital Universitário,
a pedido da Coordenação do programa, concedendo-se ao indiciado amplo
direito de defesa. §
1º A pena de afastamento será aplicada pelo Reitor. §2º
Do afastamento caberá
recurso ao Conselho Universitário (COUN), com efeito suspensivo, no
prazo de 72 horas, a contar da data da ciência da decisão do afastamento. 7.7.
Constituem faltas graves para
fins de aplicação de pena de suspensão e afastamento:
8. Comissões
I
– Entrevistas e análises de títulos Professores:
II
- Elaboração das provas: teórica e prática Professores:
* Convidados. IV. CRIAÇÃO DO SERVIÇO E IMPLANTAÇÃO DA RESIDÊNCIA
NO HU/UFMS 4.1. Breve histórico da criação do serviço de CTBMF - NHU O serviço de CTBMF foi instalado oficialmente em 01
de setembro de 1992, através da Instrução de Serviço Nº.001/92-DTC de
01/09/1992, entrando no novo organograma
do Núcleo do Hospital Universitário (NHU/UFMS), ficando vinculado ao Departamento
de Odontologia e subordinado à Diretoria Clínica e Conselho Diretivo do
NHU. Desde então, é mantida e cumprida uma escala de plantão
(sobre-aviso) pelos membros do Serviço, no atendimento dos traumas faciais
ou das urgências/emergências. O atendimento ambulatorial é realizado nas dependências
do NHU, duas vezes/semana em consultório odontológico próprio, localizado
no mesmo pavimento dos Serviços de Oftalmologia, Otorrino e Cirurgia Plástica,
havendo uma integração e harmonia com essas especialidades, trocando experiências
multidisciplinares, adquirindo desta maneira conhecimentos, com o propósito
de beneficiar os pacientes, principalmente
aqueles que sofreram traumas ou são portadores de deformidades faciais
congênitas ou adquiridas. As cirurgias eletivas sob anestesia geral, excluindo-se as de urgência, são realizadas
no centro cirúrgico, semanalmente. O Serviço tem estabelecido 02 leitos próprios na enfermaria
da Oncologia. 4.2. Breve histórico da implantação da residência
em CTBMF – NHU/UFMS A implantação do Programa de Residência em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial do Núcleo do Hospital Universitário-NHU/UFMS, somente foi possível graças à colaboração e apoio desinteressados de grande número de profissionais de diversas áreas da atividade humana, docentes ou não, como: cirurgiões-dentistas; médicos; farmacêuticos/bioquímicos; técnicos administrativos dos diversos setores e repartições da UFMS; entidades de classe, e todas as pessoas que ajudaram viabilizando meios ou recursos para a concretização e implantação do programa na Instituição Federal. Obs: A Resolução CFO-27/2002, contempla apenas a residência em CTBMF, no entanto, encontra-se no Congresso Nacional o Projeto de Lei, do deputado federal Gilmar Machado “que dispõe sobre Residência Odontológica obrigatória para o exercício profissional”.
V – Infra-estrutura
e Recursos Humanos do Programa 5.1.
Do Hospital Universitário “Maria Aparecida
Pedrossian” Corpo Diretor do NHU:
5.2.
Do Pronto Atendimento Médico - PAM O
atendimento de urgência ou emergência
no âmbito da especialidade é realizado no PAM do Hospital
Universitário. Neste local existe à disposição dos residentes uma sala
de emergência própria e equipada com um moderno consultório, composto
por: cadeira Landus VZ F 4; refletor Persus S acionado pelo pedal de comando da cadeira; equipo Persus Opti LD F com fotopolimerizador; negatoscópio de parede de 02
corpos; aspirador a vácuo de sangue
e saliva; autoclave; seladora; aparelho
de RX odontológico. Anexo
a esta, há o alojamento (apartamento) destinado aos residentes plantonistas
da CTBMF, mobiliado com: TV a cores com
controle; cama beliche tubular; ar condicionado; computador; armário;
telefone; internet ; frigobar e cortina. Apartamento com banheiro privativo.
5.3.
Da importância do trabalho em equipes
multidisciplinar/multiprofissional A Cirurgia Oral e Buco-Maxilo-Facial é uma área das
Ciências da Saúde que vem apresentando
alterações e expansão rápidas, tornando-se freqüente e imperativa uma
abordagem multidisciplinar para suprir as necessidades de muitos pacientes.
Cooperação e coordenação entre cirurgiões dentistas e especialistas da
Medicina, Odontologia e outras, é medida essencial para prover cuidados
adequados aos pacientes. Os pacientes poli-traumatizados
necessitam de atendimento e
avaliação multidisciplinar e/ou multiprofissional, e normalmente este
atendimento é liderado por um médico especialista em cirurgia geral, cabendo
ao mesmo ditar as prioridades e convocar os demais que sejam necessários
com relação aos vários setores corporais presumivelmente atingidos. Assim, todas as especialidades
se beneficiam com esta soma, mas acima de tudo o maior beneficiado será
sempre a espécie humana (pacientes). 5.4. Preceptores técnicos administrativos convidados Médicos/PAM
5.5.
Outros profissionais – exceto docentes I - Enfermagem/PAM
II
- Enfermagem/Centro Cirúrgico
III - Enfermagem/
Enfermaria Oncologia
* Enfermeiras chefes dos respectivos setores. IV - Comissão de
Controle de Infecção Hospitalar – CCIH
V - Policlínicas
Odontológicas - FAODO/NOD
VI - Secretaria –
COREME
VII - Secretaria – PREAE
VIII
- Secretaria - NHU
IX - Núcleo de Informática - NIN
X - Assessoria de Comunicação
Social – ACS
6.1 - Breve histórico
da criação dos Programas de Residências Médica no Brasil
Em atendimento às exigências impostas pelo desenvolvimento técnico-científico, a Residência Médica, em nível de pós-graduação, foi criada no Brasil, em 1945. A
partir de 1964, sob pressão de grupos econômicos, que buscavam instituir
maior sofisticação tecnológica nos serviços médicos, os quais exigiam
mão-de-obra especializada para a sua manipulação, verificou-se a expansão
das Residências Médicas. Em
1970, com o aumento do número de vagas nas Universidades foram cridas
novas Faculdades de Medicina (em sua maioria particulares),
tendo como conseqüência, a proliferação das Residências Médicas, distanciando-se
cada vez mais dos objetivos iniciais. Com
a finalidade de desenvolver alguma ação que viesse fortalecer a educação
médica no País, as Faculdades de Medicina, com o apoio de entidades de
classe, sensibilizaram o Ministério da Educação, no sentido de que fosse,
a Residência Médica, integrada a programas de pós-graduação. Assim,
editou-se o Decreto Nº 80.281, de 5 de Setembro de 1977,
regulamentando a Residência Médica e criando a Comissão Nacional de Residência
Médica (CNRM). Ainda, como parte deste esforço, foi sancionada em 7 de Julho de 1981, a Lei Nº 6.932, que “dispõe sobre as atividades do médico residente e dá outras providências”, Institucionalizando-se a Residência Médica de forma definitiva no País, como modalidade de ensino de pós-graduação, em nível de Especialização.
6.2.
Implantação dos Programas de Residência Médica no NHU/UFMS A Residência
Médica no Hospital Universitário da UFMS foi implantada, em 1981, pelos professores
Luiz Felipe Terrazas Mendes – Supervisor de Residência Médica em Cirurgia
Geral; Joel de Freitas – Supervisor de Pediatria e Izaías Pereira da Costa
– Supervisor da Clínica Médica, na gestão do reitor Profº.Edgard Zardo,
iniciando-se com os programas de Cirurgia Geral, Pediatria e Clínica Médica.
Os Programas de Residências Médica da UFMS, funcionam coordenados pela COREME, sob a responsabilidade do Hospital
Universitário e supervisionados pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
(PROPP). Atualmente
os Programas de Residências Médicas oferecidos são os seguintes:
·
Cancerologia Cirúrgica
·
Cardiologia
·
Cirurgia Geral
·
Cirurgia Vascular
·
Clínica Médica
·
Dermatologia
·
Infectologia
·
Medicina Intensiva
Pediátrica
·
Neonatologia
·
Obstetrícia e Ginecologia
·
Oftalmologia
·
Ortopedia e Traumatologia
·
Pediatria
·
Pneumologia
·
Psiquiatria
·
Reumatologia
·
Urologia *Fonte: Manual de Residência Médica/2005 - COREME – NHU/UFMS 6.3. Implantação do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde no NHU/UFMS A residência em saúde, não médica, foi reconhecida a partir da promulgação da Lei n0. 11.129/2005 e dois anos depois, foi instituída, no Ministério da Educação, a Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde (CNRMS), responsável pelo credenciamento e avaliação de todas as residências não médicas, tanto as multiprofissionais como as em área profissional da saúde (uniprofissionais), como é o caso, por exemplo, da Residência em Cirurgia Buco-maxilo-facial. A CNRMS vincula-se no MEC ao departamento de Hospitais e Residências (DHR) da Secretaria de Educação Superior (SESu), mesmo departamento ao qual se vincula a Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM). A CNRMS tem a coordenação compartilhada entre o MEC e o Ministério da Saúde.
As residências multiprofissionais e em área
profissional da saúde são orientadas pelos princípios e diretrizes do
Sistema Único de Saúde (SUS), a partir das necessidades e realidades locais
e regionais, e abrangem as profissões da área da saúde, a saber:
Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia,
Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia,
Psicologia, Serviço Social e Terapia Ocupacional. No âmbito da UFMS a residência multiprofissional em saúde foi apreciada e aprovada pelo Conselho de Pesquisa e Pós-Graduação através da Resolução nº 54, de 18 de novembro de 2009. O Programa de Residência Integrada Multiprofissional em Saúde, Área de Concentração: Atenção ao Paciente Crítico, do Hospital Universitário “Maria Aparecida Pedrossian da UFMS”, abrange as áreas de Enfermagem, Nutrição, Fisioterapia, Odontologia e Farmácia-Bioquímica. Assim, no NHU/UFMS existem 03 (três) modalidades distintas de programas de residências na área da saúde: Residência Médica; Residência em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial e Residência Multiprofissional em Saúde. PROGRAMA DA
PROVA ESCRITA
1.
Conceitos, propósitos e limites da cirurgia buco-maxilo-facial. 2.
Princípios básicos e fundamentais da cirurgia buco-maxilo-facial. 3.
Histofisiologia da reparação tecidual dos tecidos moles
e duros. 4.
Anestesias local e geral em cirurgia buco-maxilo-facial. 5.
Acidentes e complicações das anestesias locais. 6.
Biópsias e citologia esfoliativa. 7.
Pré, trans e pós-operatórios em cirurgia buco-maxilo-facial. 8.
Exodontias complicadas. 9.
Cirurgia dos dentes retidos. 10.
Terapêutica medicamentosa em Odontologia. 11.
Cirurgias com finalidades protéticas. 12.
Cirurgias com fins ortodônticos. 13.
Cirurgias parendodônticas. 14.
Tratamento das sinusopatias de origem odontogênicas. 15.
Tratamento cirúrgico das infecções de origem odontogênicas. 16.
Tratamento dos cistos do complexo maxilo-mandibular. 17.
Tratamento dos tumores benignos e malignos dos maxilares. 18.
Tumores odontogênicos. 19.
Patologia clínica e outros exames complementares de uso rotineiro. 20.
Traumatismos alvéolo-dentários. 21.
Reimplantes e transplantes dentários. 22. Arquitetura do
esqueleto facial. 23.
ATM – exame clínico, sinais e sintomas. 24.
Fraturas mandibulares – Tratamentos. 25.
Fraturas do esqueleto fixo da face: Estudo clínico/radiográfico. 26.
Fraturas condilares. 27.
Fraturas do complexo zigomático. 28.
Tratamento dos tecidos moles (tegumentos) faciais. 29.
Tratamento das seqüelas dos traumas maxilo-faciais. 30.
Primeiro atendimento ao poli-traumatizado da face. BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA
1. KRUGER, G. O. Cirurgia Bucal
e Maxilo Facial. 5 ed.1984.
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1995. 4. PSILLAKS, J.M. Cirurgia Crânio-Maxilo Facial.
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2 ed, Guanabara, Rio de Janeiro, 2004. 10. MALAMED, STALEY F. Manual de Anestesia Local.
3 ed, Guanabara Koogan S.A, 2002. 11. BARRROS, J.J.& RODE, S.M. Tratamento das Disfunções
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2 ed, Artes Médicas, São Paulo, 2004. 13. GARDNER, E. et al. Anatomia: Estudo Regional do Corpo
Humano. 2 ed. Editora
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e Aproveitamento. São Paulo, Livraria Santos, 2003. 18. CARVALHO, A.C.P.; OKAMOTO, T. Cirurgia Bucal: Fundamentos
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e Orais. São Paulo, ed. Santos, 1997. LISTA
DE SIGLAS E ABREVIATURAS ABO – Associação Brasileira de Odontologia ACCD – Associação campo-grandense de Cirurgiões Dentistas ACS – Assessoria de Comunicação Social ALACIBU – Associação Latino-Americana
de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial
CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento
de Pessoal de Nível Superior
CBCTBMF – Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial CCBS – Centro de Ciências Biológicas e da Saúde CFM – Conselho Federal de Medicina CFO – Conselho Federal de Odontologia CNRM – Comissão Nacional de Residência
Médica
COREME – Comissão de Residência Médica CRF – Conselho Regional de Farmácia CRM – Conselho Regional de Medicina CRO – Conselho Regional de Odontologia CTBMF – Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial DIP – Doenças Infecciosas e Parasitárias DIPE – Divisão Clínica de Pacientes Especiais DOD – Departamento de Odontologia EAP – Escola de Aperfeiçoamento Profissional EPM – Escola Paulista de Medicina ENSP/RJ – Escola Nacional de Saúde Pública do Rio de Janeiro FAMED – Faculdade de Medicina “Dr Hélio Mandetta” - UFMS FAODO – Faculdade de Odontologia “Prof.
Albino Coimbra Filho” - UFMS Fiocruz – Fundação Oswaldo Cruz FOA – Faculdade de Odontologia de Araçatuba (Unesp) FOB – Faculdade de Odontologia de Bauru (USP) FOP – Faculdade de Odontologia de Piracicaba (UNICAMP) HSG – Hospital Santa Genoveva (Uberlândia/MG) INCA – Instituto Nacional do Câncer (RJ) MG – Minas Gerais MS – Mato Grosso do Sul NHU – Núcleo de Hospital Universitário “Maria Aparecida
Pedrossian -”UFMS” NIN – Núcleo de Informática NOD – Núcleo de Odontologia PAM – Pronto Atendimento Médico PS – Pronto Socorro PREAE – Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis PROPP – Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação RJ – Rio de Janeiro SBPC – Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica SBP – Sociedade Brasileira de Patologia SERESP – Setor de Registro de Especialidades (CFO) SIOMS – Sindicato dos Odontologista
do Estado de Mato Grosso do Sul SOBRACIBU – Sociedade Brasileira de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial SP – São Paulo Udi – Uberlândia UCDB – Universidade Católica Dom Bosco UFG – Universidade Federal de Goiás UFMS – Universidade Federal de Mato Grosso do Sul UFU – Universidade Federal de Uberlândia UnB – Universidade Nacional de Brasília Unesp – Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita
Filho” Unicamp – Universidade Estadual de Campinas UNIDERP – Universidade para o Desenvolvimento do Estado e
Região do Pantanal Unifesp – Universidade Federal do Estado de São Paulo Uningá – Unidade de Ensino Superior Ingá S/C Ltda USP – Universidade de São Paulo UTI – Unidade de Terapia Intensiva Profº Dr. José Carlos G. Mendonça
Coordenador Núcleo do Hospital Universitário
– UFMS Serviço de Cirurgia Buco-Maxilo-Facial
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